terça-feira, 3 de novembro de 2009

Relatório segunda reunião GESTAR II - TP3 - 4h

2ª Oficina - 4h DIA: 11/05/09

Explicação da metodologia do curso, da proposta pedagógica, das adequações curriculares feitas pelos professores, de que isso é um material a mais e não substitui outros que já foram adotados na escola.

Explicação da dinâmica das oficinas;

O trabalho que cada um deverá executar;

Explicação do Projeto de 40h;

Troca de experiências e de tarefas de casa;

Conduzimos o estudo por meio da leitura e discussão dos tópicos e atividades (exercícios) propostos pelo TP3 - "Teoria e Prática 3". Os cursistas colocaram seus pontos de vista e houve uma interação entre todos na discussão dos temas estudados.

Na 1a. parte do encontro, que aconteceu antes do intervalo para o lanche, desenvolvemos as seções 1, 2 e 3, da Unidade 09.

Depois o restante da unidade 09.

Passei essa atividade extra para auxiliá-los nas produções de textos com os alunos:
Trabalhando a auto estima:



Sugestão de atividade
Escreva um texto assumindo a personalidade de uma planta, (árvore, planta rasteira, fruto, verdura, flor...). Descreva suas características boas, ruins, ou as duas. Fale como é, como tem vivido, se gosta de si mesmo, se é bem tratado ou não, se sofre alguma ameaça.

Pedi aos meus cursistas que futuramente postem as produções de textos e ou poesias desta atividade no blog.

Os cursistas estão animados. Já tirei fotos e os alunos empolgados com as atividades diferenciadas.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Relatório terceira reunião GESTAR II TP3

3ª oficina – 4h dia: 18/05/09

Troca de idéias

Troca de materiais

Orientações do portfólio

Unidade 10 – Trabalhando com gêneros textuais
Objetivo da unidade 10

Unidade 11 – Tipos textuais
Objetivos da unidade 11


Socialização das atividades


OBJETIVOS DA UNIDADE 10
1- Distinguir as características de gênero literário e de gênero não-literário;
2- Caracterizar gênero poético, de acordo com a função estética da linguagem;
3- Caracterizar uma das formas de realização do gênero poético: o cordel.


OBJETIVOS DA UNIDADE 11
1- Caracterizar seqüências tipológicas narrativas e descritivas;
2- Caracterizar seqüências tipológicas injuntivas e preditivas;
3- Caracterizar seqüências tipológicas expositivas e argumentativas como dois aspectos do tipo dissertativo.



Sinto que os cursistas estão cada vez mais animados, mais envolvidos e mais comprometidos com o programa. Vejo a disposição deles na execução das atividades do Avançando na Prática e também nos relatos das mesmas no momento das oficinas. Fizemos, ao final da oficina uma avaliação oral do programa e os cursistas se mostraram satisfeitos e entusiasmados com o Gestar II, algo que eles mesmos não esperavam.
Socialização das atividades
Comentário de TP – unidade 10

Definem-se tipos textuais pela forma em que as informações são organizadas nos textos; pela predominância das categorias gramaticais que levam o leitor/ouvinte a compreender o texto. Estas estruturas lingüísticas servem de “pistas” para a construção da significação textual: uma seqüência descritiva pode ser comparada a um retrato, ou uma pintura; uma seqüência narrativa pode ser comparada a um filme.
Nas seqüências descritivas, a ordenação dos fatos ou episódios não é relevante. As seqüências narrativas, ao contrário, caracterizam-se justamente pela “evolução” dos fatos, pela mudança de estado, pelas relações de conseqüência.
Como os tipos costumam aparecer mesclados nos textos empíricos, às vezes, torna-se difícil distinguir as seqüências exatamente; só pelo reconhecimento da predominância de um dos tipos, com uma leitura global do texto, é que isso se torna possível.

TRABALHANDO COM GÊNEROS TEXTUAIS
“Quando dominamos um gênero textual, não dominamos uma forma lingüística e sim uma forma de realizar lingüisticamente objetivos específicos em situações sociais particulares.” L. A. Marcuschi
Tanto os textos considerados literários, quanto os não-literários, são assim classificados por um conjunto de fatores que não podem ser considerados isoladamente.
Dependendo da função maior que um texto exerce na interação, sua classificação pode variar. Nem o tema, nem a maneira de organizar e explorar o vocabulário podem, por si só, justificar uma classificação.
Os textos considerados literários põem, em geral, em relevo o plano da expressão, da sonoridade, do jogo de imagens, mas a definição do que seja texto literário, ou poético, pode variar, segundo as escolas literárias. Em geral, os textos não-literários (funcionais ou utilitários) têm como finalidade
maior a informação e, por isso, aspectos estéticos da linguagem – ou a exploração do plano sonoro ou da linguagem figurada – são considerados em segundo plano.

UNIDADE 11

O tipo narrativo apóia-se em fatos, personagens, tempo e espaço. Relata mudanças de estado entre os fatos ou episódios, seja marcando essas mudanças nos tempos verbais ou não. Além disso, há uma relação de anterioridade e posterioridade entre os fatos narrados e, freqüentemente, esses fatos mantêm entre si uma relação de causa e efeito. Por isso, muitas vezes, a ordem em que se enuncia os fatos é relevante para a seqüência narrativa.
O tipo descritivo enumera aspectos, físicos ou psicológicos, em simultaneidade.
Nenhum dos fatos, ou informações, é necessariamente anterior a outro. Por isso, a inversão na ordem dos enunciados não altera a “imagem” que a descrição constrói.


TIPOS TEXTUAIS DA UNIDADE 11

Seqüências tipológicas injuntivas ou instrucionais têm por objetivo instruir o leitor/ ouvinte sobre alguma coisa. Por isso, as formas verbais mais freqüentemente empregadas estão no modo imperativo. Por delicadeza, para utilizar uma linguagem mais polida, a intenção de ordem pode ser expressa por perguntas ou por incentivos a alguma ação. O importante é que seqüências instrucionais caracterizam-se por fazer o interlocutor executar alguma ação. A ordenação das ações, por isso, pode ser relevante e a seqüenciação entre os enunciados pode corresponder a uma conexão necessária entre os atos a executar.
Seqüências preditivas têm por objetivo fazer o leitor/ouvinte acreditar em um estado de coisas que ainda está para acontecer. Por isso, predominam os verbos nos tempos futuros e os conectores lógicos não são importantes. Pode-se perceber, formalmente, uma semelhança com a descrição de uma situação futura: uso de verbos de estado e de frases nominais.
Como acontece com os demais tipos textuais, o mais freqüente é a ocorrência das seqüências instrucionais e preditivas mescladas a outros tipos textuais, muitas vezes como parte de outros tipos predominantes.


Passei esta atividade extra e pedi aos meus cursistas que futuramente postem as atividades dos alunos no blog.
MÁQUINA DO TEMPO
Escrever um texto baseando-se no roteiro abaixo:



Dizer: Quem era, de onde veio, o que pretendia, com quem se encontrou, em quem se transformou, por quem foi transformado, por que foi transformado e que rumo tomou.

domingo, 1 de novembro de 2009

Relatório quarta reunião GESTAR II - TP3

4ª oficina – 4h dia: 25/05/09

UNIDADE 12

Socialização das atividades

RELATÓRIOS

OBJETIVOS DA UNIDADE 12
1- Identificar as diferenças e semelhanças na organização dos textos utilizados em diversos contextos de uso lingüístico;
2- Relacionar gêneros textuais e competência sociocomunicativa;
3- Identificar características que levam à classificação de um gênero textual.

Unidade 12- A inter-relação entre gêneros e tipos textuais.
Passei esta atividade para trabalharem com os alunos também.


Ao término da análise do livro TP 3 ( livro de teoria e prática) foi solicitado aos professores cursistas um relatório apresentando suas considerações sobre o Programa Gestar II .



Entre os que foram recebidos, destaco os três a seguir:


RELATÓRIO 1:


“Este curso tem provocado em mim o desejo de aprimorar meus conhecimentos sobre gêneros textuais. A troca de experiência com outros colegas durante as apresentações das oficinas tem sido de grande valor. Nós professores, não podemos mais simplesmente dar as costas aos avanços sobre a linguagem. A formadora Roseli tem conseguido passar conhecimentos de forma prática, com segurança e linguagem acessível e dessa forma vem viabilizando nossa compreensão.”
Flávia Dixini Silva





RELATÓRIO 2:
“ O referido estudo foi profícuo a todos que lá estavam. A formadora Roseli Figueiredo Ferreira , disse sobre gêneros textuais e tipos textuais, apontando pontos importantes sobre o assunto. Em determinados momentos aconteceram debates interativos sobre heterogeneidade tipológica onde foi esclarecido diversas dúvidas, como também apresentadas inovações a cerca do assunto. Em dado momento foi exposta uma imagem para ser feitas diversas leituras dentro das tipologias textuais. Na reunião, houve pontos positivos como o domínio e a segurança para ministrar os conteúdos em estudo; o empenho dos professores em formação quando apresentaram os trabalhos aplicados em sala de aula.No geral, o curso é de grande valor, enaltece o conhecimento do professor em formação, para melhor aplicação dos ensinamentos em sala de aula, inovando a didática no trabalho com o aluno. ”
Rozana Tavares

RELATÓRIO 3:
“ Ao participar do Programa GestarII, posso ressaltar pontos positivos e negativos. Com relação aos positivos, percebo que esse programa dá condições aos professores de explorar e estudar diversos textos com mais eficiência. Podemos também conhecer as dificuldades dos outros professores, e em conjunto, discutir, planejar e realizar uma prática que se concretize no desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos. Sobre os pontos negativos, observo uma angústia por parte de alguns cursistas, devido ao prazo de realização e conclusão das oficinas, pois sabemos que imprevistos surgem, e cada sala, e até mesmo cada escola tem a sua realidade e os seus entraves. Contudo, espero que esses momentos de estudo contribuam para ampliar meus conhecimentos sobre os gêneros textuais e que melhores resultados sejam perceptíveis na aprendizagem dos alunos.”

Irene Silva


Os relatórios permitem-me avaliar o meu trabalho como formadora e também a aceitabilidade da formação em serviço.

Estou feliz, pois se percebe que grande parte dos educadores busca o aperfeiçoamento profissional e o mais importante, está preocupado com a aprendizagem dos alunos.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Relatório quinta reunião GESTAR II - TP4

5ª oficina – 4h 01/06/09


Iniciamos nosso encontro com uma oração;
algumas considerações de praxe, recados, lembretes e reflexões sobre a caminhada do professor; insisti para que os cursistas não percam o seu brilho interior, pois é ele que não deixa apagar de vez a chama da esperança e a certeza de que o caminho não é o mais importante , mas o sentimento que nos conduz através dele.

Para nos motivarmos ainda mais, assistimos a um vídeo com slides da Mensagem Não deixe de ser feliz de Pablo Neruda.

Demos início ao estudo do TP4, refletindo sobre os usos e as funções da escrita nas práticas do nosso dia a dia; o quanto a usamos em todas nossas atividades orais ou escritas. Exercitamos, através das atividades da seção 01, O letramento, enquanto discutimos o tempo gasto nestas escritas diárias, a quantidade de palavras usadas e o grau de formalidade que habitualmente usamos para desenvolvê-las.
Passamos às leituras seguintes, os depoimentos e as biografias de Patativa do Assaré e de Paulo Freire; sua leitura de mundo, partindo daquela que era sua realidade; leituras de mundos diferentes, mas próxima a uma oralidade marcante, que demonstra a importância funcional da escrita e da leitura de tudo que nos rodeia, esta informalidade que ambos utilizaram e que pode ser sistematizada e ampliada pela escola. Vimos e discutimos a diversidade cultural, o conhecimento prévio, lemos o "Ampliando nossas referências", norteamos nossos conhecimentos sobre letramento e o quanto está inter-ligado à leitura e a escrita como um todo, na cultura de um povo.
A partir das leituras e discussões, mais fomos conceituando a importância dos textos e o conhecimento de suas funções para que o aluno cresça dentro e fora da escola, desenvolva suas aptidões no contexto social em que vive, ampliando sua visão dos variados mundos em que pode vir a conhecer.
Para finalizar, os cursistas levaram como dever de casa a atividade 7, da unidade 15, que trarão no próximo encontro para ser discutida, bem como as atividades do caderno de atividade AAA4, versão do aluno, aula 4; Textos dentro de textos, Texto B; também a leitura das unidades 15 e 16.

Socialização das atividades

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Relatório sexta reunião GESTAR II - TP4


6ª oficina – 4h dia: 08/06/09

Recoloquei para meus cursistas:
O tp4 trata dos processos de leitura e escrita, iniciando com um texto sobre leitura, escrita e culturas e seguindo, nas unidades 14 e 15, com a discussão sobre processos de leituras.

Unidade 13: LEITURA, ESCRITA E CULTURA
Seção 1: O letramento
Seção 2: Letramento e diversidade cultural
Seção 3 : Conhecimento prévio e a atividade de leitura e escrita na escola.

Esta unidade trabalhou um conceito que, apesar de ter entrado recentemente nos estudos sobre a linguagem , não é novo: o letramento, que considera tanto a escrita como a leitura como práticas sociais e é a base para todo ensino a partir de textos. Desse conceito decorre a importância da discussão inicial do tema, mais abrangente do que a alfabetização, e em estreita relação com a cultura.

Unidade 14: O PROCESSO DA LEITURA
Seção 1: O processo de leitura
Seção 2: Os objetivos de leitura: expectativas e escolhas de texto
Seção 3: Conhecimentos prévios interferem na produção de significado do texto.

LANCHE

Orientações do portfólio e ajuda na montagem das pastas.

Unidade 15: MERGULHO NO TEXTO
Seção 1: Mergulho no texto
Seção 2: Como chegar a estrutura do texto
Seção 3: Quando queremos aprender

Discussões da atividade 7 - Unidade 15 - Pág. 128
Debates da atividade AAA4, versão do aluno, aula 4;
Socialização das atividades

Unidade 16: A PRODUÇÃO TEXTUAL – CRENÇAS, TEORIAS E FAZERES
Seção 1: Escrita, crenças e teorias
Seção 2:: O ensino da escrita como prática comunicativa
Seção 3: A escrita e seu desenvolvimento comunicativo

Para finalizar, discutimos a unidade 16, que relaciona as crenças e os fazeres na produção textual

Observações: As outras oficinas foram realizadas na Escola Municipal João de Abreu Salgado
Esta oficina foi realizada em minha casa devido ao acesso fácil – computador e internet.


Passei estas atividades extras.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

SÉTIMA REUNIÃO - RELATÓRIO

SÉTIMA OFICINA - 4H 15/06/09
- Primeiro li a mensagem :
Para Pensar...

Um Dia A Gente Aprende...

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais você se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades e verdadeiros amores continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que amigo e namorado (a) são a família que nos permitiram escolher.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vemos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, e nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que se pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser e que o tempo é curto.
Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança e a uma mulher apaixonada que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se uma delas acreditassem nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel com quem te ama.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
Você aprende que realmente pode suportar porque realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar...

"William Shakespeare"
- Tiramos todas as dúvidas sobre a TP4
- Lemos produções de textos de nossos alunos
- Trocamos material
- Relatamos as dificuldades e facilidades dos alunos diante das atividades propostas
- Discutimos e planejamos mais atividades de leitura.
- Ajiudei-os na montagem da pasta portfólio
Passei a atividade - Memorial -
- Começaram a escrevê-lo. Escolherei um e postarei logo .
Fotos da reunião













Professora Rozana Tavares


Paulo Leandro


Professora Rosalva


Professora Irene


Professora Flávia Dixini


Passei essa atividade para produção de uma fábula.